Outubro Rosa: como o marcador CA 15-3 auxilia no acompanhamento do câncer de mama
29 out 2026

O câncer de mama é o tipo de câncer mais incidente entre as mulheres brasileiras. Segundo o
Instituto Nacional de Câncer (INCA), são estimados cerca de 79 mil novos casos anuais da
doença, o que corresponde a aproximadamente 30% dos cânceres diagnosticados na população
feminina. Em 2024, foram registrados 693 mil óbitos por câncer de mama, representando 7,1%
de todos os óbitos por câncer.
A conscientização sobre a importância do diagnóstico precoce é um dos principais objetivos da
campanha Outubro Rosa. Quando identificado em estágios iniciais, o câncer de mama apresenta
maiores chances de sucesso terapêutico e melhores desfechos para as pacientes.
Diversos fatores estão associados ao aumento do risco para a doença, incluindo idade acima de
40 anos, histórico familiar em parentes de primeiro grau e fatores reprodutivos, como menarca
precoce, ausência de gestação, não amamentação, menopausa tardia e uso de terapia hormonal.
Entretanto, a presença desses fatores não determina, necessariamente, o desenvolvimento do
câncer.
De acordo com o Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas do Ministério da Saúde, o
rastreamento é recomendado para mulheres entre 50 e 74 anos, por meio da mamografia
realizada a cada dois anos. Esse exame é considerado a principal ferramenta para detecção
precoce, permitindo a identificação de lesões ainda não perceptíveis ao exame físico.
Quando alterações suspeitas são identificadas em exames de imagem, a investigação diagnóstica
pode incluir biópsia e testes imunohistoquímicos, que auxiliam na caracterização do tumor e na
definição da estratégia terapêutica mais adequada.
O papel do marcador CA 15-3
Embora não seja recomendado para rastreamento ou diagnóstico inicial devido à sua baixa
sensibilidade em estágios precoces da doença, o marcador tumoral CA 15-3 desempenha um
papel importante durante o acompanhamento clínico das pacientes.
A dosagem sérica do CA 15-3 pode auxiliar no monitoramento da resposta ao tratamento,
permitindo avaliar a evolução terapêutica e apoiar a identificação de possíveis recidivas. Dessa
forma, o exame contribui para o acompanhamento longitudinal da paciente e para a tomada de
decisões clínicas ao longo da jornada de tratamento.
Solução Labtest
A Labtest disponibiliza em seu portfólio o CA 15-3 Reagent Kit (Ref. 4031), destinado à
determinação quantitativa do antígeno CA 15-3 em amostras de soro.
Desenvolvido para utilização no sistema de quimioluminescência Vercentra CS-1500, o reagente
combina tecnologia de imunoensaio e processamento automatizado, contribuindo para a
eficiência e a qualidade da rotina laboratorial.
O teste oferece suporte ao monitoramento de pacientes com câncer de mama, auxiliando a
equipe médica na avaliação da evolução clínica em conjunto com outros achados clínicos e
exames complementares.
Com tecnologia e confiabilidade analítica, a Labtest amplia seu portfólio de soluções para
atender às necessidades dos laboratórios e contribuir para o cuidado com a saúde.
Saiba mais sobre este e outros testes disponíveis em nosso portfólio acessando o site da
Labtest.
Referências:
1. INSTITUTO NACIONAL DE CÂNCER (INCA). Boletim epidemiológico: incidência e
mortalidade por câncer de mama no Brasil. Rio de Janeiro: INCA, 2025.
2. BRASIL. Ministério da Saúde. Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas do Câncer de
Mama. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 25 nov. 2024.
